Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

22 e agora?

Aos 22 anos apercebi-me que a minha vida (re)começa agora. É hora de novas aventuras.

14
Dez17

Os novos meios que agitam o jornalismo de moda

Tita Vicente

Os meios tradicionais estão cada vez mais a ser afeados pelos novos meios. E no jornalismo de moda? Estarão os blogues e os canais de Youtube a por em risco as revistas?

 

7351d72e93661f43748ff064ba71704a.jpg

 

    O jornalismo especializado da área da moda é um dos mais descredibilizados no nosso país e enfrenta hoje dois grandes concorrentes que estão a revolucionar a maneira como os meios tradicionais trabalham: o Youtube e os blogues. Se antigamente tínhamos conhecimento das tendências através das revistas, hoje é possível encontrar tudo rapidamente através de uma pesquisa na internet que irá fornecer milhares de resultados, em formato de texto ou vídeo. 

    O surgimento dos novos opinion makers veio alterar o jogo, desde a forma como os conteúdos são produzidos à velocidade com que são adquiridos. Os blogues e o Youtube vieram trazer a resposta rápida e barata que hoje em dia é necessária, pois as pessoas querem cada vez mais a informação ao segundo. Este grupo de jovens é cada vez maior e ganha cada vez mais relevância, pois conquistaram o público desde os adolescentes até às habituais consumidoras de revistas.

    Com esta invasão surgiu a ideia de que o jornalismo de moda poderia ter o seu fim. Para Adriano Batista, editor chefe da Fucking Young! Magazine estas alterações só estão a tornar “mais difícil encontrar bons textos de opinião”, pois o conteúdo é cada vez mais visual, mas também trouxe a vantagem de “ao ser mais difícil encontrar bom conteúdo escrito, este torna-se mais valioso”. Já na opinião de Catarina Rito, uma das jornalistas mais conceituadas na área da moda, este é um jornalismo que ainda não existe “O jornalismo de moda em Portugal é ainda uma realidade residual”.

    Apesar de em meios diferentes a opinião é a mesma quando se fala do valor que é dado ao jornalismo de moda em Portugal. Carolina Santiago, autora do blogue Heaven Rose diz “não muito porque muita gente o vê como uma coisa fútil” acrescentando que “no jornalismo valoriza-se a politica, o desporto e a economia o resto são temas deixados para trás”.

    As diferenças entre os novos meios e os tradicionais são evidentes. Uns estão mais conectados com o público os outros apostam mais em focar-se nos seus públicos alvo. Para Joana Ramos, youtuber no canal Moon is not a liar “no jornalismo à mais pressão para agradar o público alvo” enquanto que na opinião da Carolina Santiago, o facto de “temos mais liberdade para abordar temas” é o que os torna tão conhecidos e ao mesmo tempo tão diferentes dos meios tradicionais. A verdade é que estas jovens contam com milhares de seguidores que acompanham não só o seu trabalho como a sua vida pessoal.

    Estes jovens estão em todos os novos meios e criam uma marca em seu redor. Estão presentes em todas as redes sociais do momento e partilham quase tudo das suas vidas, isto faz com que criem uma ligação muito próxima e pessoal com os seus leitores. Algo que as revistas começam neste momento a tentar alcançar com a adaptação aos novos meios, sobretudo as redes sociais.

    Numa coisa todos eles concordam: fazer jornalismo de moda em Portugal é ainda muito irrelevante e muito pouco reconhecido. É urgente mudar as estruturas das revistas de moda e sobretudo abrir portas e horizontes. É necessário dar mais visibilidade ao produto português e inovar nos conteúdos que apresentam. Para as criadoras de conteúdo dos novos meios o desejo é de que exista uma maior abertura dos meios tradicionais para as receber e assim poderem partilhar conhecimentos e integrar as equipas das revistas.

12
Dez17

Artigos interessantes do Shifter

Tita Vicente

O Shifter faz bom conteúdo. Muito bom, na verdade. Descobri-o recentemente, através do Facebook, mas sem dúvida que já se tornou um dos meus sites de eleição. Há uns dias eles publicaram um artigo sobre um site que nos deixa ver quantas pessoas no mundo têm o mesmo apelido. Achei isto muito interessante e, por isso, decidi partilhar convosco. 

Vou deixar aqui o link direto para o artigo da Shifter e lá está tudo explicado. Visitem! Vale muito a pena.

 

Imagem retirada da internet

09
Dez17

Esta cidade está na moda

Tita Vicente

Hoje passei o dia a passear na minha cidade e apercebi-me como esta pertence cada vez mais aos turistas. A estação que antes era dos viajantes agora é dos grupos de turistas. As esplanadas estão ocupadas, maioritariamente, por turistas. Arrisco-me a dizer até que ouve-se mais inglês e francês do que português nas ruas. O Porto está na moda. Portugal está na moda e é bem verdade.

 

IMG_7744.JPG

Foto tirada por mim

 

post escrito para o meu blogue antigo - 27/05/2017

Sobre mim

40447448_154980398772749_5986500459618002822_n.png

Follow: Sapo | Bloglovin

 

#InstaAddicted, apaixonada por moda, Nova Iorque e chocolate. Sou licenciada em Jornalismo e apesar de ser da grande cidade do Porto vivo atualmente em Lisboa.

Rubricas

+ Display night

+ New places

+ Internship

+ #52 semanas

Redes sociais

  

 

Instagram

Desafio de leitura

2018 Reading Challenge

Tita has read 1 book toward her goal of 12 books.
hide

Arquivo

    1. 2018
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2017
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Visualizações