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22 e agora?

Aos 22 anos apercebi-me que a minha vida (re)começa agora. É hora de novas aventuras.

Um mundo feito de plástico

Cada vez mais se ouve falar da preocupação com o consumo/utilização excessiva de plástico. Confesso que por ser um tema que está tão "na moda" acabo por pesquisar e pensar mais sobre o assunto. Fiquei ainda mais intrigada depois da reportagem que li no Observador sobre o plástico na indústria da beleza.

Quando acabei de ler a minha cabeça começou imediatamente a pensar na quantidade de plástico que usamos com os produtos de beleza/maquilhagem, chega mesmo a ser um absurdo se fizermos as contas! Só eu sou capaz de ser portadora de uns 50/60 frascos - a contar com a maquilhagem, claro - o que é um exagero se pensarmos que cada uma daquelas embalagens podia ser perfeitamente substituída/reutilizada se existisse essa opção nos supermercados. 

Penso que toda a gente devia tirar 5 minutos do seu dia para ler esta reportagem e pensar não só nos produtos de beleza, mas em tudo o que envolve plástico. 

 

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(cliquem na imagem para aceder à reportagem) 

A infância de hoje em dia

No outro dia fui jantar fora com um amigo e na mesa ao nosso lado estava um casal com um filho e os amigos e eu reparei em algo muito estranho ou pelo menos para mim. Durante todo o jantar - que durou umas 2h à vontade - a criança esteve constantemente sentada a ver vídeos no youtube como se não houvesse mais nada à sua volta. Aquilo intrigou-me um pouco, especialmente quando começei a "espreitar" os vídeos que ele estava a ver. Eram vídeos sem nexo, sem conteúdo, nada era só mesmo para o manter calado digamos. E eu fiquei a pensar naquilo. 

Já que queriam manter a criança "calada e entretida" ao menos não poderiam tentar algo mais educativo? Ou pelo menos algo mais interessante? É que nem eram conteúdos do canal Panda ou vídeos feitos para crianças, eram só mesmo aquele conteúdo lixo que existe na internet. E o pior é que os pais nem sequer estavam a prestar atenção ao que o filho estava a ver, basicamente era o miúdo, o telemóvel e o Youtube a dar em loop sozinhos.

Sou só eu que acho isto estranhamente ridículo?

 

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Imagem retirada do Google

Porque todas as peças merecem uma segunda vida

Quem é que não tem roupas em casa que já não usa?  Ou porque já não serve ou porque já não faz o nosso estilo... A verdade é que sempre que faço a chamada "limpeza de primavera" deparo-me sempre com peças que podiam perfeitamente ainda fazer alguém feliz!

Quando faço estas limpezas separo sempre duas pilhas: uma de roupa para doar e outra de roupa que quero vender. O problema é que vender roupas em segunda mão acaba por ser difícil se não escolhermos aa plataforma certa para o fazer e foi numa das minhas pesquisas que descobri a Micolet. Através do site deles percebi que vender as peças pode ser fácil e rápido. O primeiro passo é selecionarem as peças,  depois cadastram-se no site e leiam os termos em condições, depois é só enviarem as peças para a Micolet e esperar pela avaliação deles! Muito simples certo? O site já está recheado de peças de mulher das mais variadas marcas, desde a nossa querida fast fashion Zara a marcas mais dispendiosas como a Bimba e Lola.

 

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Imagem da loja online

 

Sinceramente adoro serviços como este em que não temos de nos preocupar com nada! E vocês são adeptas destes meios? O que costumam fazer com as vossas roupas?

O Trump tem Money Moves

Desde que saiu o novo álbum da Cardi B que eu estou completamente viciada naquela mulher. Para além de ser a minha nova companhia das horas infintas que passo no metro de Lisboa também me viciei no Instagram dela. Ela tem partilhado muitos tweets, vídeos, fotos, etc devido ao Invision of Privacy. Mas o vídeo que vos quero falar hoje e que já me fez dar umas valentes gargalhadas é um remix feito por um fã clube dela que é nada mais nada menos do que o Trump a cantar Money Moves. Claro que o pobre coitado não cantou a música intencionalmente, mas a magia da edição faz verdadeiros milagres. Podia ficar aqui horas a falar disto, mas o melhor mesmo é verem o vídeo.

Divirtam-se!

 

Eu gosto de ter as fotos impressas

Adoro tirar fotografias - e ser fotografada também, confesso - é uma das coisas que mais prazer me dá por significar registar momentos para sempre. E o digital veio facilitar muito a vida de quem como eu gosta de tirar fotos a tudo, mas o prazer de sentir e ver as fotos ao vivo ainda me entusiasma muito. Como sabem os mejs pais ofereceram-me uma Instax no natal e é a minha queridinha para os momentos mais importantes. No entanto também gosto de imprimir as fotos que tiro com o telemóvel ou com a máquina fotográfica e foi por isso que decidi fazer um álbum através da Saal. 

O processo é bastante simples e prático,  basta descarregar um programa para o computador e começar a criar o álbum.  Eu selecionei alguma das minhas recordações da universidade e criei um álbum dedicado aos melhores anos da minha vida. 

Passado alguns dias a encomenda já estava em minha casa e como podem ver através das fotos a qualidade dos álbuns é incrível. Recomendo toda a gente a fazer um! Podem encontrar este e outros produtos na loja online da Saal.

 

Fotos tiradas por mim

Mas onde é que eu tinha a cabeça?

Eu sei que já devem estar cansados de me ouvir falar da minha tese, mas eu vou partilhar isto com vocês na mesma. Eu sabia que fazer uma tese ia dar trabalho, ia requerer muito esforço e paciência e um empenho como tive para muito poucas coisas na vida. O que eu não sabia é que a minha motivação ia ser tão baixa. Tem sido muito difícil pegar neste trabalho. Tudo serve de desculpa: o dia esta bom para passear, o tempo está tão mau que só quero ver um filme, estou cansada do trabalho, etc. Por isso a minha questão é para quem já fez uma tese: como conseguiram? Onde iam buscar motivação? Como se disciplinavam?
Por estes lados precisa-se de ajuda urgentemente.

 

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Imagem retirada do Pinterst 

Alguém morreu e nós ainda devíamos estar a falar disso

Sei que já venho "atrasada" neste assunto, mas sinceramente acho que deveria ser um tema que não deveria ter sido abandonada de imediato pela comunicação social. Vamos falar da morte da ativista e feminista Marielle Franco.
Em pleno século XXI uma mulher foi morta pelo trabalho que exerce, pelas ideias que defende por lutar por um mundo melhor e mais justo.
Isto é triste, muito triste. E apesar de a sua morte ter feito capa de jornais um pouco por todo o mundo rapidamente se passou ao próximo assunto. A urgência de seguir em frente porque o mundo não para assusta-me. Espero que o facto de a Marielle ter sido morta dê ainda mais coragem às pessoas para lutarem por os ideais que ela defendia.
 

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Imagem retirada do Pinterest

Os domingos são de folga (só no blogue)

Quando arranjei trabalho decidi que tinha de arranjar uma rotina nova para não deixar nada de fora. Como trabalho no turno da noite seria uma tentação demasiado grande passar o dia na cama na ronha e depois levantar-me apenas para ir trabalhar. Por isso decidi que iria começar a programar os posts do blogue para que todos os dias continuasse a sair conteúdo novo aqui no blogue, mas também planeei logo que teria de tirar um dia para ficar sem publicações e claro que o dia escolhido foi o domingo. Apesar de para mim ser um dia normal - aquelas coisas de se trabalhar em shopping - para a maioria da população é dia de descanso. 

Quando escolhi este dia para ficar sem publicações fi-lo por ser o dia em que habitualmente tenho menos visitas aqui no cantinho e também tenho a sensação que cada vez mais é o dia que as pessoas tiram para si mesmas e para estar offline. Mas de qualquer maneira queria saber a vossa opinião sobre este assunto e se fazem ou não publicações ao domingo nos vossos espaços. 

 

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Imagem retirada do Pinterest