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22 e agora?

Aos 22 anos apercebi-me que a minha vida (re)começa agora. É hora de novas aventuras.

A primeira música

Todos os fins de ano tenho um pensamento como tradição: eu acredito que a primeira música que ouvir irá ser a principal tarefa para mim esse ano. Algumas associei a trabalho, outras a família, depende muito do que a música me transmite, por isso, e como este ano passei o fim de ano em casa com amigos, descartei a hipótese de ficar encarregue da lista de músicas. Foi um amigo que a escolheu. Amor seja.

 

Foi um 2017 inesquecível.

Tenho que agradecer muita coisa a 2017. Foi um ano de mudança, de descoberta, de transformação.
2017 ensinou-me muito: deitou-me muitas vezes ao chão, mas encontrou sempre uma maneira de me ajudar a reerguer. Este ano conclui (definitivamente) a minha licenciatura e parte do mestrado. Solidifiquei (mais) algumas amizades e percebi que outras não valiam a pena o esforço. Houve tempo para muitos risos, muitas gargalhadas, muitas tardes e noites bem passadas, mas também houve espaço para choro, desespero e cansaço (sobretudo) mental. Houve espaço para mudanças e para chamar um novo sítio de casa.
2017 deu-me a oportunidade de perceber e ter a certeza do que realmente quero fazer para o resto da minha vida. Ensinou-me, à sua maneira, a dar valor a cada segundo ao lado de quem amo e a lidar com a saudade constante de tudo: da minha casa, da minha família e do meu namorado.
2017 ensinou-me a ser mais paciente, mais responsável, mais “adulta”.
2017 deu-me muito, ensinou-me muito. 2018 vai ser ano para conquistas e sonhos, tenho a certeza.
 

Foto retirada do Pinterest