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22 e agora?

Aos 22 anos apercebi-me que a minha vida (re)começa agora. É hora de novas aventuras.

Sobre gostar ou não de ler

Eu confesso, não sou uma devoradora de livros, nem tão pouco posso ser considerada apreciadora. Para mim isso é triste. Tenho (ou melhor estou a tentar alcançar) uma profissão que envolve um nível de escrita elevado e, a verdade é que o meu não é. 

Sempre foi o desgoto da minha mãe não me conseguir transmitir o «bichinho» pela leitura. Algumas tentativas ainda deram os seus frutos. Li a saga do Harry Potter, alguns livros da Jodi Piccout e alguns livros sobre moda ou Nova Iorque. A verdade é que é preciso o livro cativar-me muito pela capa ou pelo título para o conseguir ler. 

Ciente que preciso de iniciar um plano de leitura rapidamente na minha vida decidi que tinha de começar a ler o quanto antes. E a vida tem sempre um jeito engraçado de nos fazer por certos planos em prática. Este fim de semana enquanto passeava pelo Chiado reparei numa feira de rua com livros. Depois de ver duas ou três bancas trouxe um novo companheiro para casa e por o meu plano em marcha! O que me cativou? O título: Saudades de Nova Iorque de Pedro Paixão. A senhora que estava a vender esta pechincha - 2€ - garantiu-me que ia gostar. Após o primeiro capítulo lido numa tarde acho que o meu plano está num bom caminho. 

 

Imagem retirada do Pinterest 

Pai Natal? Pode ser? #1

Imagem retirada do site da Target

 

Agora que já começa a parecer Natal alguém tem a amabilidade de mandar este calendário de advento para minha casa por favor? Obrigado! 

Display Night #3 | Looking for Mr. Right

Hoje trago mais uma publicação da rubrica Display Night. Para o terceiro post escolhi novamente um filme e decidi introduzir uma espécie de qualificação de 0 a 5.

Não tenho visto muitos filmes tenho dedicado bastante tempo a atualizar as minhas séries, mas sempre que opto por ver um acabo por me apaixonar pela história e acho que merece ser exposto aqui. O fim de semana passado durante um momento de zapping dei de caras com o filme Looking for Mr. Right ou My George. É um daqueles filmes leves que se vê bem. Acho que é o filme perfeito para quando procuramos aquele romance típico em que desvendamos rapidamente a história. Não tem nenhum factor surpresa, mas tem uma história bonita, simples e sobretudo bem elaborada! Não quero deixar muitos spoilers, por isso não vou revelar muito mais sobre o filme. 

 

 Trailer

Ainda sobre o Web Summit

Ontem disse a loucura que o maior evento tecnológico do mundo deixou na cidade. Hoje falo das únicas duas palestras que assisti: Caitlyn Jenner e Sara Sampaio. Não me desloquei ao Altice Arena, mas evento tecnológico que se preze transmite tudo em direto e, foi assim que consegui assistir às palestras

 

Caitlyn Jenner - Quem define o género.

Ora vocês não sabem, mas eu sou uma super fã do clã Kardashian/Jenner - podem criticar à vontade será sempre o meu guilty pleaseure - e assim que soube que a Caitlyn vinha cá sabia que queria assistir à sua conversa. Calhou mesmo na minha hora de almoço do trabalho, o que foi perfeito. Simples e com um discurso muito bem preparado, falou de um dos temas da atualidade: transexualidade. Assim que ela decidiu revelar ao mundo que ia fazer o processo de transformação de homem para mulher que passei a acompanhar ainda mais atentamente os seus passos. Foi um bom discurso. Disse tudo o que é preciso ser dito e ainda para mais quando é uma experiencia contada na primeira pessoa.

 

Imagem retirada do site Dinheiro Vivo

 

Sara Sampaio - Ser modelo nos dias de hoje

Já a palestra da nossa tão querida modelo portuguesa não acompanhei em direto, mas pude ver nos vídeos do facebook - abençoada tecnologia. Foi uma conversa sincera sobretudo. Ela falou muito das questões mais centrais da atualidade, sobretudo do abuso sexual por parte dos fotógrafos e contou um pouco mais sobre a sua história deste tema que divulgou recentemente no Instagram.  

 

 Imagem retirada do site Dinheiro Vivo

 

Gostei muito das palestras e gostava que existissem mais eventos destes, especialmente com convidadas destas, para poder assistir. 

Uma loucura chamada Web Summit

Não vou ao Web Summit. Mas estou a sentir os efeitos dele! Digamos que Lisboa só por sí já é uma cidade frenética. Juntamos a uma cidade louca um evento com dimensão à escala mundial e transformamos uma cidade num caos completo! 

São filas intermináveis nas estações do metro com os horários completamente alterados. São tempos de espera mais compridos do que é normal para se conseguir apanhar transportes. É um trânsito mais caótico do que o normal. São estrangeiros (ainda mais) a andar de um lado para o outro sempre confusos e com um ar de «estou perdido alguém me ajude». No fundo é toda uma loucura. Desde que o evento começou, na segunda feira, ainda não tive paciência para fazer qualquer outro trajeto que não o casa-trabalho-casa. Tenho evitado todos os shoppings, cafés e zonas turísticas da cidade porque sei que me vou enfiar no meio da confusão e que vou perder a paciência. 

O evento é bom? É. Ajuda a economia do país? Ajuda. Isto é tudo muito giro, mas sinceramente já estou desejosa que acabe e que volte tudo à "normalidade".

 

Imagem retirada do blogue Web Summit 

Estágio | O primeiro mês

Completei na quinta feira (02/11) um mês de estágio. Se pudesse definir este mês com uma palavra seria aprendizagem. Aprendi muito, mais do que em quatro anos de universidade. Cada vez mais me apercebo que a universidade pode dar bases, e eu sou sincera nunca pensei que a minha me tivesse dado tantas e só agora dou "valor", mas não existe nada como trabalhar, estar no terreno, aprender com quem faz este trabalho há anos. É muito bom aprender com quem está na área há tanto tempo, ensinam-te coisas muito importantes, dão-te dicas que nenhum professor te dará. 

No fundo, até agora considero esta experiência 100% positiva e espero que continue assim. Agora já faltam menos de dois meses para acabar e eu posso dizer que aquele escritório já é como a minha casa e que vai deixar saudade.

 

Imagem retirada do Pinterest

Pessoas-sol.

Existem semanas em que tudo o que queremos é um abraço daquela pessoa, um mimo ao final do dia. Existem semanas em que tudo o que queremos é um abraço do pai ou da mãe que não nos faça desistir. Esta semana eu tive direito a tudo e não poderia sentir-me mais revigorada para continuar a lutar por tudo aquilo que acredito. 

Obrigado por continuarem a existir pessoas-sol.

 

 Imagem retirada do Pinterest

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